Uma dignidade que ninguém pôde apagar
Bakhita nasceu no Sudão por volta de 1869. Ainda menina, foi sequestrada e vendida como escrava, passando por violências e sucessivos proprietários. Levado depois à Itália, seu caminho encontrou a comunidade das Filhas da Caridade Canossianas.
Ao conhecer a fé cristã, recebeu o batismo em 1890 com o nome Josefina Margarida Fortunata. Reconhecida livre pela justiça italiana, escolheu permanecer entre as Canossianas e professou os votos religiosos em 1896.
Bondade depois da dor
Na comunidade de Schio, serviu em tarefas simples e tornou-se conhecida pela mansidão e pelo acolhimento. Morreu em 1947 e foi canonizada por São João Paulo II em 2000.
Para nossa caminhada
A história de Bakhita proclama que nenhuma violência define o valor de uma pessoa. Em Deus, a dignidade ferida pode reencontrar liberdade, voz e esperança.
Oração
Deus libertador, que conduzistes Santa Josefina Bakhita da opressão à liberdade, curai as feridas de quem sofre violência e escravidão. Fazei-nos defensores da dignidade humana e construtores de relações sem domínio nem exploração.
Rogai por nós. Amém.
