Uma memória antiga de coragem
Cástulo é venerado como mártir de Roma durante a perseguição do imperador Diocleciano, no início do século IV. A tradição o apresenta como funcionário do palácio imperial que utilizou sua posição para esconder e ajudar cristãos perseguidos.
Segundo os antigos relatos devocionais, ele foi denunciado, preso, torturado e morto, permanecendo fiel a Cristo. As informações históricas sobre sua vida são escassas, e detalhes como seu cargo exato e a forma de sua morte não podem ser comprovados com segurança. O núcleo preservado por sua memória é o risco assumido para acolher irmãos ameaçados.
Hospitalidade que se torna resistência
Cástulo recorda que abrir uma porta pode ser um gesto decisivo diante da perseguição. A caridade não é apenas sentimento: em certas situações, ela exige coragem, discrição e risco pessoal.
Para nossa caminhada
Proteger quem está ameaçado é uma expressão concreta do Evangelho. Mesmo sem poder resolver toda injustiça, podemos recusar a indiferença e oferecer abrigo, apoio e presença.
Oração
Deus de refúgio, pela intercessão de São Cástulo, protegei todos os perseguidos e refugiados. Dai-nos coragem para acolher quem corre perigo, prudência para agir com responsabilidade e fidelidade quando a caridade exigir sacrifício.
São Cástulo, rogai por nós. Amém.
